POLÍTICA – Na Amazônia, a floresta não fala apenas pelo vento; ela fala pela memória de quem a habita.
Cada aperto de mão é uma ponte entre tempos antigos e o amanhã. Cada olhar carrega a sabedoria dos ancestrais, a coragem dos povos originários e a alma cabocla que aprendeu a fazer do rio caminho, da mata abrigo e da esperança destino.
Respeitar essa identidade não é um gesto de ocasião. É reconhecer que o coração do Brasil pulsa primeiro aqui, onde a natureza ensina, os povos preservam e as raízes permanecem vivas.
Que nunca nos falte humildade para ouvir quem veio antes de nós e gratidão por herdar uma terra onde a floresta, os rios e seus povos escrevem, todos os dias, o mais belo poema da Amazônia.

















