ENTRETENIMENTO – O nome do disco, inclusive, vem de um apelido que Alex recebeu ainda criança. Na época, ele vivia escalando coisas, dando mortais e pulando de lugares.
Por isso, o pai começou a chamá-lo de “wildchild”. Anos depois, o apelido virou título do novo trabalho.
Por que o álbum fala sobre o pai de Alex?
Durante a produção de “WILDCHILD”, Alex passou bastante tempo pensando nos pais e na própria infância. O pai do cantor sabia que estava morrendo. Antes de partir, ele gravou uma série de vídeos para o filho. Essas gravações ajudaram Alex durante a criação do álbum.
“Se no primeiro álbum as pessoas estavam conhecendo quem eu era, este álbum mostra quem eram os meus pais e quem eu sou hoje”, contou o cantor.
As músicas foram escritas entre 2025 e 2026. O processo aconteceu sem pressa e contou com parceiros que já trabalham com Alex, como:
Adam Yaron.
Cal Shapiro.
Mags Duval.
O álbum mistura pop, sons cinematográficos e diferentes referências musicais.
Alex não quis repetir “Ordinary”
Alex Warren ganhou ainda mais destaque com “Ordinary”, um dos maiores sucessos de sua carreira.
Com o tamanho que a música alcançou, o cantor começou a ouvir uma pergunta com frequência: ele conseguiria criar outro hit daquele tamanho?
Alex garante que não sentiu essa pressão. Para ele, tentar repetir “Ordinary” seria praticamente impossível. Em vez disso, preferiu aproveitar o novo álbum para experimentar.
“Agora tenho liberdade para experimentar e me divertir com a música”, explica.
Foto: todateen
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Foto: Divulgação.
“Emerald Eyes” também ganhou videoclipe
Uma das faixas de destaque de “WILDCHILD” é “Emerald Eyes”. A música também ganhou um videoclipe oficial.
A faixa começa com um piano delicado. Depois, entram uma batida constante, baixo, palmas e um riff com influência de Nile Rodgers. O resultado tem uma pegada disco e bem dançante.
Para Alex, é uma música feita para levantar o astral.
A canção fala sobre amor e tem uma sonoridade que lembra músicas de boate do início dos anos 2000. A ponte segue outro caminho, com uma atmosfera mais etérea.
A música que dá nome ao álbum tem uma gravação do pai
A última faixa do disco é “WILDCHILD”, que também dá nome ao álbum. A música começa com violão e harmonias de coral. Depois, ganha força até chegar a um solo de guitarra de John Mayer.
Mas o momento mais emocionante aparece antes da música. É possível ouvir uma gravação do pai de Alex perguntando: “Você está se divertindo, Alex?”
A fala tem um significado enorme para o cantor. Alex tinha apenas nove anos quando o pai morreu. Segundo ele, os dois não tiveram a oportunidade de se despedir.
Por isso, escrever “WILDCHILD” foi uma forma de encontrar esse encerramento. “Foi a minha maneira de encontrar esse encerramento e ouvi-lo dizer que tem orgulho de mim”, conta.
John Mayer participa do álbum
A escolha de John Mayer para o final da música também tem um motivo especial. O pai de Alex era fã do guitarrista. Por isso, o cantor quis incluir um solo dele na faixa. O álbum termina justamente com esse momento.
A relação de Alex com a música também começou dentro de casa. Quando os filhos eram crianças, o pai incentivava todos a fazer música. Ele até os inscrevia em shows de talentos.
Segundo Alex, quando o pai estava vivo, a música fazia parte da rotina da família. Depois de sua morte, isso mudou.
“Se existisse uma despedida, seria esta”, afirma o cantor sobre a faixa.
“WILDCHILD” chega durante nova turnê
O lançamento acontece enquanto Alex está viajando pelo mundo com a”Finding Family On The Road Tour”.
A turnê é realizada em arenas e, atualmente, passa pela Austrália.
Enquanto isso, “WILDCHILD” já está disponível nas plataformas digitais. E os fãs podem acompanhar um pouquinho da vida do cantor através das letras.

















