POLITICA- Acompanhado de dirigentes do Centro da Indústria do Amazonas (CIEAM), o presidente do Conselho Superior do órgão, Luís Antônio Rocha , se reuniu hoje com o senador Plínio Valério (PSDB-AM) para discutir o impacto fiscal da reforma tributária na Zona Franca de Manaus ás vésperas da votação do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2025 no Congresso Nacional. Na reunião Rocha entregou a Plínio levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV) sobre os números que mostram o desequilíbrio dos gastos tributários no Brasil e o custo fiscal para a União da ZFM.
Plínio lembrou a grande disparidade dos subsídios concedidos ao Amazonas, cerca de apenas 8% , enquanto outros 92% são distribuídos aos outros estados. Mesmo assim, e apesar dos empregos gerados pela ZFM para reduzir a atividade de desmatamento, há uma perseguição e a narrativa sobre o peso tributário para o País para manter o Pólo Industrial de Manaus.
Na reunião Plínio explicou sua participação como relator na aprovação da Lei de Informática , a luta em defesa da BR-319, da ZFM com sua assessoria técnica, a autoria do projeto que destina 10% do fundo das petroleiras para pesquisa de petróleo em terra firme na região Norte e agora a relatoria da autonomia orçamentária do Banco Central.
_ A gente está aqui para lutar e ajudar no que for possível. E não é favor, é obrigação _ disse Plínio.
_Nós na CIEAM temos a percepção da importância do seu trabalho. Esse documento da FGV traz subsídios para a votação do Projeto de Lei Orçamentário de 2025. Para explicar ao Brasil que a falsa narrativa do impacto fiscal da Zona Franca é mera maldade ou preconceito. Os que nos denigrem a maioria nunca sobrevoou a Amazônia _ disse Luís Antônio Rocha.
No encontro Plínio também entregou aos membros do CIEM o relatório da CPI das ONGs que desnudou a ação nefasta de ONGs ambientalistas para barrar projetos de desenvolvimento na Amazônia.

















